Publicado por: Projeto Ariadne | 11/08/2009

ENQUETE

Participe das nossas enquetes!

A cada quinzena, traremos um novo tema sobre assuntos variados para você opinar. Ao final da quinzena, um novo texto baseado nas suas respostas será postado aqui, no Projeto Ariadne.

AGUARDE NOVA ENQUETE!

Publicado por: Projeto Ariadne | 25/11/2009

Dinheiro e você… Uma relação muito especial!

A energia que usamos para lidar com o dinheiro é a mesma que usamos com a própria vida.

Dinheiro é tempo, é informação, é conhecimento.

Ele é a representação da energia vital e obedece às Leis Naturais:

Ganhar, Gastar, Circular, Poupar, Investir.

 

O dinheiro é maravilhoso e sua essência é Divina, e foi criado pelo ser humano para possibilitar e facilitar sua sobrevivência. Ele é um meio de troca, e onde há troca há movimento, e movimento é energia que deve circular sempre.

O workshop Energia Emocional do Dinheiro Numa Abordagem Clínica é uma oportunidade de você entrar em contato com as suas estratégias e programações emocionais relacionadas ao dinheiro e como foram por você reproduzidas ao longo da vida.

É um trabalho vivencial apoiado na visão da Neurolinguística, da Bioenergética e da Inteligência Emocional, conectando-se às experiências passadas, aos padrões de pensamento e ações instalados no presente, e por último, à reprogramação ou transformação das crenças limitantes.

Para mais informações, clique aqui e inscreva-se já!

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 14/11/2009

ERROS PASSADOS

Um acontecimento qualquer, do mais corriqueiro ao mais problemático, é em si uma oportunidade de aprendizado e, se houver bom aproveitamento do mesmo, também de desenvolvimento e aperfeiçoamento pessoal.

O passado, como a própria palavra já diz, é passado. É ele o grande aliado para o aprendizado sem, porém fixar-se nele.

As experiências passadas ficaram lá atrás, servem apenas como grandes lições no presente para projeção das futuras ações.

É certo que muitas são lições de casa, devendo ser pensadas e realizadas no silêncio e solidão, exigindo muita concentração e atenção em si mesmo.

Não raro, a pessoa conta a cada canto as suas mazelas, suas experiências, sua vida… Mas ela apenas conta para o outro. Ela mesma não se ouve, não presta atenção no que diz, no que sente, como reage. Apenas conta, conta, conta.

E enquanto conta, espera que o outro a compreenda e a acolha, que abrace a sua causa. Mas o outro não pode dar conta do que não lhe pertence. Isto tudo é dependência que gera ansiedade e frustração.

Primeiro é preciso que a pessoa passe a contar para si mesma as suas mazelas, as suas experiências, a sua vida… E bem da verdade se escute, e dê conta de si mesmo.

Por certo não á fácil, mas também não impossível. Se o erro é recorrente, ele não  pode estar no outro, logo…

É uma questão de honestidade consigo mesmo: Fazer uma avaliação sincera do erro cometido e que providências são cabíveis.

Eis o pulo do gato:

Não vale repetir os mesmos erros, pelo contrário, usar cada um deles apenas como lição e através deles, fazer análise séria com avaliação das atitudes vividas e assim partir para novas experiências com escolhas mais assertivas.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 22/10/2009

SOLIDÃO, QUE NADA…

Prestes a completar 80 anos de idade, por ser viúva vive sozinha num casarão na Zona Leste de São Paulo. Sim ela tem filhos, mas cada um já cuidando de sua própria vida.

Quando questionada sobre sentir solidão por viver naquelas condições, ela olha profundamente para seu interlocutor e responde com um sorriso aberto:

-Como sentir solidão se ao invés de construir um muro eu coloquei uma janela à minha frente?

Quanta sabedoria, quanta lucidez, e quanta disposição

Ela poderia sim reclamar de sua condição de viúva, dos filhos viverem suas próprias vidas. Mas ela prefere traçar outro caminho: O de abrir a janela de sua vida e enxergar o que há do outro lado…

E ela completa:

- Afinal há tantas lembranças boas, há tantos conhecimentos acumulados e muito por fazer… O mundo precisa de gente com a janela aberta, com disposição para aprender sempre e realizar coisas. Não adianta ser cercada de amigos, de pessoas e animais se o mais íntimo sentimento é aquele que traz a sensação de faltar algo, de vazio.

Não há carência, não há vazio quando se está com a janela aberta para as oportunidades e para os mais diversos tipos de relacionamentos. A solidão está na cabeça do solitário que tem um muro à sua frente.

Então esta senhora, no alto de seus 80 anos abre sua janela, olha à sua volta e descobre a cada dia um novo jardim a ser cuidado, uma pessoa diferente a se relacionar, um animal a ser tratado, e assim vai vivendo a sua tão preciosa vida fazendo a diferença para quem passa por sua janela.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 25/09/2009

DEPRESSÃO

Depressão é um mal que afeta o estado de humor das pessoas. Qualquer pessoa pode ser por ela afetada, não importando idade ou sexo, porém há maior predomínio nas mulheres. A depressão pode ocorrer também com crianças e idosos.

Muitas são as causas da depressão, que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, como fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos.

O diagnóstico deve ser feito por especialista que levará em conta a intensidade do sofrimento que aparece sem motivo aparente, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas.

O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela organiza a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela se relaciona com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento eficaz.

A pessoa deprimida apresenta tristeza, desesperança, desânimo, desinteresse por qualquer atividade que antes lhe dava prazer. Pode também ocorrer em forma de raiva, ira, agressividade, apontar culpa no outro, ou ainda, apresentar inúmeras dores pelo corpo sem causas justificadas. O sono e a alimentação são também alterados, apresentando sensação de cansaço e fatiga. É comum, na depressão o pensamento constante relacionado à morte de si mesmo como de outras pessoas.

A depressão varia em grau: do Leve ao Grave com delírio psicótico. O tratamento vai depender então do seu grau. Havendo casos em que apenas a psicoterapia atende perfeitamente à demanda, como há os casos em que há necessidade de acompanhamento medicamentoso juntamente com a psicoterapia.

Nem toda tristeza é sintoma de depressão. A depressão é uma doença séria e assim deve ser tratada. Que se atente então, aos seus sintomas e freqüência antes de se partir para tratamento equivocado, o que pode causar inúmeros prejuízos à pessoa.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 24/09/2009

ELE E VOCÊS

Ele, um homem comum.

Vocês? Não se sabe ao certo.

Ele, homem família.

Vocês, sem identidade definida.

Ele, objetivo e construtivo.

Vocês, o poder em primeira instância.

Ele, sob ameaça defende os seus.

Vocês, com ameaças subjugam para os seus.

Ele, consciência e alma puras.

Vocês, sem qualquer consciência e vergonha.

Ele, dando a cara para bater.

Vocês escondidos atrás de um nevoeiro.

Ele, sábio silêncio.

Vocês, altos gritos para acuar.

Ele, comprometido e compromissado.

Vocês, bem… vocês.

Ele, transformação do próprio sofrimento em auxílio ao seu próximo.

Vocês, provocam o sofrimento como medida exemplar.

Ele, o perseguido.

Vocês, caça às bruxas.

Ele, figura ímpar.

Vocês, se embaralham nos nós dos próprios rabos.

Ele, assim como o azeite e água: Não se misturam.

Vocês, batalham na construção de mais um monstro.

Ele, monstro sagrado.

Vocês, por pura ignorância e egoísmo, constroem o próximo mito.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 23/09/2009

É PRIMAVERA!

Sensação de controle e conforto.

Tudo se encaminha a contento, sensação de que há uma ordem estabelecida. A vida parece orquestrada. Os instrumentos em seus devidos lugares e com afinação impecável.

Mas nem tudo são flores.

Há também os espinhos, e a insistência em não enxergá-los. Eles são pontiagudos. Penetram, rasgam, machucam numa intensidade que só quem é atingido, o reconhecem e valorizam.

É um valor devastador, certamente. E que preço há de se pagar por ele…

Tamanho é o susto do impacto, um atordoamento descomedido toma lugar e perde-se o eixo de si mesmo. Buscas por respostas, por explicações, por culpados e até por aliados.

E a flor, com toda sua beleza e delicadeza é esquecida, deixada de lado.

Esquece-se do todo e foca-se no espinho. O espinho passa a ser o norteador da vida, e ironicamente, o grande gerador de nova zona de conforto. Mas ele é só mais um espinho. Por maior e ameaçador que seja, não passa de um espinho. É essa sua natureza, a de espinho, não podendo mudar jamais.

Tanto a flor como o espinho ensinam o valor de cada papel e função. Não existe o mais ou o menos importante. Existem apenas as diferenças que se complementam.

E depois da ressaca, vem a esperança. Elasticamente os ânimos aos poucos voltam aos seus lugares, e lá vem mais uma chuva trazendo a possibilidade de renovação.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 09/09/2009

FELICIDADE

Muito se fala e se procura a felicidade. Mas o que é a felicidade?

Seria algo que se adquire? Ou algo que é feito? Ou ainda, algo que se tem?

Mas, não se diz eu tenho felicidade, eu compro felicidade, eu faço felicidade.

O próprio vocabulário remete ao verbo ser: Ser feliz.

Pode-se sim em muitos momentos sentir-se feliz pela aquisição disto ou daquilo, ou pela realização de algo… Mas são situações momentâneas e fugazes.

Para se alcançar a felicidade é preciso conhecer suas leis:

Ser
Saber
Fazer
Ter

A felicidade passa a ser certeira só quando os quatro pilares estiverem presentes. Sua ordem não tem importância, desde que sejam vivenciados e respeitados, e na sua integração e complementação é gerado um estado de espírito destemido e que enfrenta as adversidades.

Entende-se então, que felicidade é, antes de tudo, um estado de espírito que a pessoa alcança, independentemente de cor, raça, sexo, idade, crença…

Um estado de espírito empreendedor e realizador. Com força suficiente para buscar a satisfação nos menores ou maiores desafios que a vida possa oferecer.

Sendo assim, o próprio desafio é a alavanca para se alcançar o estado de espírito chamado felicidade.

*texto escrito a partir de enquete feita no site.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 24/08/2009

A União faz a força

Há uma lenda chinesa que diz mais ou menos assim:

“Um velho pai em seu leito de morte chama seus filhos e pede que cada um pegue uma vara de bambu e quebre-a ao meio. Todos os filhos conseguiram sem nenhuma resistência.
O pai então pede que cada filho pegue agora um feixe de bambus e quebrem-no ao meio. Nenhum dos filhos conseguiu quebrar o seu feixe.
O Velho disse que ainda era tempo de aprenderem mais esta lição:
Assim como a vara, se cada filho agir isoladamente a primeira tempestade o quebrará. Mas se ficarem juntos e agirem  como a um feixe, enfrentarão certamente a muitas tormentas, mas dificilmente quebrarão”.

Há,  uma outra lenda também chinesa que diz:

“ Há um grupo de pessoas famintas e apenas um monte de arroz cozido a uma distância que só podem alcançar com longas e finas varas.
As pessoas alcançam o arroz, mas não conseguem trazê-lo até suas bocas, pois as varas são longas. E aí é o inferno. As pessoas, mesmo com alimentos morrem de fome.
Há um outro grupo de pessoas famintas e apenas um monte de arroz cozido a uma distância que só podem alcançar com longas e finas varas.
As pessoas alcançam o arroz, mas como não conseguem alcançar suas próprias bocas, levam o alimento às bocas de seus companheiros, saciando a sua fome. Aí é o Céu. Todas as pessoas são alimentadas e satisfeitas”.

São duas lendas que nos levam a refletir sobre a condição humana. Na vulnerabilidade da solidão e egoísmo morre-se de fome, eis o inferno.

Mas juntos, prestando atenção às necessidades do outro, respeitando os direitos do outro, encontra-se a convivência, eis o céu.

Se cada um cumprir com seus deveres de cidadão e  ser humano, ninguém certamente precisaria lutar por seus direitos.

Publicado por: Maria do Carmo M. de Barros Torres | 20/08/2009

SOCIOPATIA – A DOENÇA DA MALDADE

Atitudes impulsivas e incontroláveis; Frieza, Insensibilidade com relação às outras pessoas; Ausência de valores morais; Desobediência persistente; Crueldade com animais; Destruição de propriedades; Comportamento desafiador; Agressividade; Desrespeito às normas e regras; Mentiras; Mudanças súbitas de temperamento; Furtos; Teatralidade, Manipulação Social, Fugas de Casa quando criança, Cabula aulas…

Estamos falando aqui da sociopatia, popularmente conhecida como a doença da maldade. A sociopatia é um Transtorno de Conduta, onde o portador não aprende com a punição, pois tem déficit na capacidade de sentir emoções.

Para se diagnosticar a sociopatia é preciso observar sintomas que envolvem padrão de comportamento repetitivo e persistente manifestado pela presença de no mínimo três dos critérios nos últimos 12 meses, ou de um critério que se apresente nos últimos 06 meses.

Desde pequenos, os sociopatas manifestam tendências e comportamentos que são altamente indicativos de como serão quando adultos. Sua atitude ao reconhecer que seu comportamento não é aceito pela sociedade, é escondê-lo, sem contudo exterminá-lo.

Não existe cura nem tratamento para a sociopatia. Todos os especialistas são unânimes em reconhecer que é praticamente impossível tratar um sociopata, pois ele não tem ansiedade, é totalmente imune à punição e sua moral ética é totalmente distorcida. Os sociopatas violentos precisam ser trancafiados para o resto da vida no manicômio judiciário, para que a sociedade seja preservada de seus atos.

Mas, há aqueles que apresentam determinado conjunto de sintomas e não são  sociopatas. São pessoas que apresentam outros desajustes ou dificuldades de relacionamento.

Todo cuidado se faz necessário. É preciso um diagnóstico criterioso realizado por profissional capacitado, evitando-se com isto rotulações prematuras e distorcidas.

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