A vida é construída de encontros e desencontros.
Situações que geram esperas cantadas em verso e prosa. Músicas são compostas dentro deste viés. Choros de alegria e de tristeza.
Marcas pessoais são registradas e cravadas a cada encontro.
Saudade ou alívio a cada desencontro.
Já o reencontro… Que coisa!
Que grandiosidade quando buscamos o reencontro com alguém que deixamos e nos deixou marcas positivas.
Hoje é um dia singular para mim.
Experimentei a sensação do reencontro, e percebi as incontáveis marcas deixadas.
O tempo pode ser implacável com o físico, mas as marcas deixadas na alma são profundas e intocáveis quando sinceras.
Melhor exemplo disso é a amizade.
Não há distância geográfica, não há tempo passado que dê cabo das marcas de uma amizade.
E o reencontro acontece de forma tão natural, sem rodeios. Merece comemoração e bebemoração, nada como uma xícara de café com uma fatia de bolo, ou um copo de cerveja com espetinho brindando a alegria e descontração da amizade.
Despreza-se o tempo, parece que foi ontem o último encontro. As histórias vividas são contadas e apreciadas, o papo é posto em dia e só isso basta.
Novas marcas são cravadas com a esperança de novos reencontros.